
Um programa especial de mobilidade internacional em Ciência, Tecnologia e Inovação. É esta a proposta do Ciência Sem Fronteiras, iniciativa do Governo Federal que objetiva oferecer, com o apoio do setor privado, 101 mil bolsas de intercâmbio para graduação, pós-graduação e pesquisa no país e exterior até 2015.
Desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo Ministério da Educação (MEC), o programa é voltado, prioritariamente, para as áreas de engenharia, ciências exatas, biológicas, saúde, computação e tecnologia da informação. Atualmente, 15 países já firmaram parceria com o projeto. Dentre eles, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França e Portugal.
Bolsas
No exterior, a meta é oferecer 27.100 bolsas de graduação sanduíche, 9.790 de doutorado pleno, 24.600 de doutorado sanduíche, 11.560 de pós-doutorado e 700 para estágio sênior e treinamento. A duração desse tipo de programa varia de três meses a quatro anos. Já no Brasil, a ideia é conceder 860 bolsas de dois a três anos para jovens pesquisadores em nível de pós-doutorado e 390 para pesquisadores seniores, com estadia de um a dois meses por ano, pelo período de até três anos.
No exterior, a meta é oferecer 27.100 bolsas de graduação sanduíche, 9.790 de doutorado pleno, 24.600 de doutorado sanduíche, 11.560 de pós-doutorado e 700 para estágio sênior e treinamento. A duração desse tipo de programa varia de três meses a quatro anos. Já no Brasil, a ideia é conceder 860 bolsas de dois a três anos para jovens pesquisadores em nível de pós-doutorado e 390 para pesquisadores seniores, com estadia de um a dois meses por ano, pelo período de até três anos.
No caso da bolsa de graduação sanduíche, em países americanos, o Governo custeia US$ 870 da mensalidade, US$ 1.320 de auxílio instalação, US$ 1.000 de auxílio ao material didático e US$ 90 de auxílio saúde por mês. Em cidades de alto custo, ainda é concedido adicional de US$ 400 na mensalidade da bolsa. Essas 75 mil bolsas serão oferecidas pelo Governo Federal. A pretensão é que outras 26 mil oportunidades sejam disponibilizadas por meio de recursos da iniciativa privada.
Seleção
Para participar, o candidato precisa preencher os requisitos mínimos informados nas chamadas de cada modalidade, como bom desempenho acadêmico e proficiência no idioma utilizado no país. Além disso, desde 2009, a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também vem sendo utilizada como critério classificatório, desde que a média do estudante seja maior do que 600 pontos.
Para participar, o candidato precisa preencher os requisitos mínimos informados nas chamadas de cada modalidade, como bom desempenho acadêmico e proficiência no idioma utilizado no país. Além disso, desde 2009, a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também vem sendo utilizada como critério classificatório, desde que a média do estudante seja maior do que 600 pontos.
A seleção acontece por chamadas públicas, divulgadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que são as instituições financiadoras das passagens, bolsas de estudos, despesas de manutenção, instalação e seguro saúde do estudante ou pesquisador selecionado.
Mais informações pelo http://www.cienciasemfronteiras.gov.br.
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